sábado, 20 de abril de 2019

Entrevista a María del Socorro Maestro Payró

P.- ¿ Cuál es tu nombre completo ?
R.   María del Socorro Maestro Payró

P.- ¿En qué ciudad y país naciste ?
R.- Veracruz, Ver.   México.

P.-  ¿A qué edad comenzaste a escribir?
R.- A los diez años haciendo “Calaveritas” (versos irónicos y jocosos por el Día de Muertos) que obsequiaba a mis padres, hermanos, vecinos.  En forma más profesional, al publicar mis poemas en distintos diarios y revistas de la Ciudad de México.

P.- ¿Cómo conociste  a la OMT?
R.- Por medio de Patricia Garza Soberanis, Delegada para México de The Cove/Rincón Internacional, que me contactó con Cristina Olivera Chávez, (Presidente Fundadora de la O.M.T.) a efecto de colaborar en su revista digital “LunaSol”, y que poco a poco me fue introduciendo en el mundo fascinante de la trova.

P.- ¿ Crees importante la misión de la OMT?
R.- Es trascendental, ya que al promover la trova clásica,  se  incentivan los valores fundamentales que permiten una mejor convivencia entre las personas.

P.- ¿ Qué esperas de la OMT?
R.- Hacer equipo con sus integrantes y que se conozcan  las trovas en los confines de nuestro planeta.

P.- ¿Qué te motivó aceptar tu  nombramiento en la OMT ?
R.- El compromiso  de dar conocer la trova clásica, y  el asumir la difusión de la trova, a través de los concursos y juegos florales internacionales.

P.- ¿Qué es para ti la Trova clásica?
R.- El expresar en cuatro versos  un sentimiento, una vivencia que motive una sonrisa, una inspiración, una observación para la vida diaria.

P.- ¿Recuerdas la primera trova clásica que escribiste?
R.- Participé en los V Juegos Florales de Balneário Camboriú-SC Brasil -2018 con el tema Pasión

Pasión
Tu pasión es mi tormento, 
es salvación y consuelo, 
es esperanza, alimento. 
Es pasión, tormento, anhelo.

P.- ¿Qué deseas transmitir en tus trovas ?
R.- El que se preserve este estilo literario y los valores intrínsecos que la conforman.

P.- ¿Cual es tu misión como Trovador?
R.- Promover la Trova Clásica, con mensajes portadores de paz, de concordia, de valores universales.

P.- ¿Cual es tu color favorito y cual es la razón?
R.- El color amarillo, me veo bien de amarillo y según los metafísicos significa sabiduría, paz, armonía.

P.-  ¿ Cuantos Arboles has sembrado?
R.- Ninguno, pero cuido los que están cerca de casa.

P.- ¿Tienes mascotas?
R.- Tengo un perrito maltés  y una gata ruso azul. Soy una enamorada de las mascotas, de pequeña tuvimos una iguana, 60 pijijes (son como gansos), una chachalaca (es un ave), un cangrejo, un cotorro, tortugas tabasqueñas,
gallinas, guajolotes, perros y gatos.

P.- ¿Cuántas obras buenas haces cada día?
R.- Unas cinco a ocho.

P.- ¿ Cuántas horas al día donas para ayudar a los más necesitados?
R.-  De dos a seis horas,  a través del grupo de seguridad vecinal estamos al pendiente de todos.

P.- ¿ En qué forma ayudas a la Fauna y la Flora.?
R.- Cuidando los árboles cercanos a casa.  Denunciando a vecinos que tiran la basura en la vía pública, que no levantan las heces de sus mascotas y que las maltratan.

P.- Qué propones para salvar al planeta de la contaminación?
R.- Concientizarnos del daño ecológico del uso del plástico, de tirar la basura en la calle y en las playas, dejar de ver al mar como el vertedero de todas las sustancias químicas de las fábricas, sancionar a las empresas contaminantes con grandes sumas...

P.- ¿ Qué significa para ti la generosidad ?
R.- Dar sin condiciones. Dar de corazón y por amor.

P.- ¿Qué significa para ti la gratitud?
R.-  Agradecer a cada instante la oportunidad de estar vivos, de tener una casa, una familia, un trabajo,  de tener compañía, de tener libertad,  etc.

P.- ¿Sabes trabajar en equipo?
R.- En mi última relación laboral trabajé en equipo durante 16 años para lograr las metas y compromisos institucionales. Trabajé en equipo para la presentación de mis dos libros de poesías. Estamos trabajando en equipo en la colonia y con las autoridades policiácas para estar más comunicados y abatir los índices de inseguridad.

P.- ¿Qué has aprendido de tus errores ?
R.- Que  me han dejado una lección que debo canalizar para convertirme en una persona más preocupada por mi misma.

P.- ¿Cuánto tiempo te gustaría representar a  tu país como miembro de la OMT?
R.- El tiempo que la OMT  lo considere.

P.-¿ Actualmente tienes otros nombramientos ?
R.- A partir del 6 de febrero de 2018, Embajadora del idioma español  de México en el mundo,  por la Fundación César Egido Serrano - Museo de la Palabra, Madrid, España.

P.- ¿ Te gusta la trova clásica ?
R.- Me cautiva desde que la conozco.

P.- ¿ Conocías la trova clásica?
R.- No la conocía, fue Cristina Olivera Chávez quien me introdujo.

P.- ¿ Si ya dominas la trova clásica estarías dispuesto-a enseñar a otros incondicionalmente?
R.- Si me gustaría.

P.- ¿Cuál es tu sueño?
R.- Publicar un libro de trovas y que las personas conozcan este género.

P.- ¿Tienes alguna pregunta o sugerencia?
R.- Que se de una mayor difusión a la O.M.T. y a los concursos que realiza.

P.- A quién propones para ser entrevistado ( a ) .
R.-  Entrevistar a María Elena Espinosa Mata
Presidente de la O.M.T. / México

El equipo de la OMT te agradece de antemano tu colaboración en esta entrevista.

Entrevista a Gabriela Pais Domingues Ferreira Silva

P.- Qual é seu nome completo?
R.- Mª Gabriela Pais Domingues Ferreira Silva


P.- Qual cidade e país você nasceu  ? 
R.- Cidade de Lisboa, Portugal


P.- Cidade onde mora
R.- Almada

P.- Com que idade você começou a escrever? 
R.-  Talvez 15


P.- Como você conheceu  a  OMT?
R.- Por intermédio de um poeta 


P.- Você  acredita ser importante a missão da OMT?
R.- Acredito


P.- O que você espera da OMT?
R.-Que continue a prosperar no sentido levar a conhecer ao mundo, o bem e a paz através da trova.

P.- Qual o motivo de você aceitar sua nomeação para a OMT?
R.- Gosto de poetar e pensei, se propuseram a minha nomeação é porque acham que tem alguma validade.

P.-  Que significa para você a Trova clássica?
R.- É uma expressão artística que obriga à métrica e  à rima e pode ser alegre. Porque embora agora esteja em voga 
      os versos livres ( e alguns são bonitos e tem significado), para mim poesia é a clássica, com métrica e rima.

P.-Você recorda qual foi a primeira trova clássica que escreveu?
R.- Não.


P.- O que você deseja transmitir com suas Trovas?
R.- Amor, dignidade, verdade.

P.-  Qual é sua missão como Trovador? 
R.-  Tentar que os outros apreciem poesia e perceberem que se todos respeitassem as normas sociais e o próximo, a vida era uma maravilha.
P.- Qual é sua cor favorita e qual o motivo?

R.-  Tenho mais que uma: mas pode ser o encarnado, cor da paixão, da coragem, sentimento.
P - Quantas arvores você plantou?
R.- Duas. Flores já plantei muitas.


P.- Você tem mascote?

R.- Não



P.- Quantas  boas ações  você faz por cada dia?
R.- Não será todos os dias, mas quando aparecem e se posso faço.


P.- Quantas horas por dia você doam para ajudar os necessitados?
R.- Não contabilizo, se precisam ajudo.


P.-  O que significa para você generosidade ?
R.-  Ajudar o próximo.


P.- O que significa para você  gratidão?
R.- Retribuir o bem que nos fazem e mais importante agradecer o que a vida nos oferece.

P.- Você sabe trabalhar em equipe?
R.- Julgo que sim.

P.- O que voce aprendeu com seus erros?
R.- Procurar não os repetir.

P.- Por quanto tempo você gostaria de representar seu país como membro da OMT?
R.- Embora tenha pouca disponibilidade, vamos vendo de ano a ano, tendo em conta por exemplo
saúde ou outros fatores da vida.


P.- Você tem atualmente outras momeações ?
R.- Não. Vou escrevendo para outras editoras aqui em Portugal e no Brasil para J. Feldman, Alfred Asis.



P.- Você gosta  da trova clássica ?
R.- Gosto imenso.


P.- Você conhecia a trova  clássica?
R.- Conhecia, mas fiquei muito mais elucidada através da saudosa poeta Gis.

P.- Se você já domina a trova clássica, você estaria disposto a ensinar os outros incondicionalmente?
R.- Gosto de ensinar. Aqui já vi fazer trova, mas mal, mas há muitas pessoas que não gostam de ser ensinadas, julgam que já sabem tudo.


P.- Qual é seu sonho?
R.- Que o mundo floresça no bem, que a fome acabe e que os valores morais não se percam, pois cada vez sentimos que estão a desaparecer. Para isso é necessário que as pessoas se respeitem, independentemente  da cor da pele ou credos. 


P.- Você tem alguma dúvida ou sugestão?
R.- Neste momento não.

A equipe da OMT agradece antecipadamente por sua colaboração nesta entrevista.

Entrevista a Edweine Loureiro da Silva

P.- Qual é seu nome completo?
R- Edweine Loureiro da Silva


P.- Qual cidade e país você nasceu  ?
R.-  Manaus, Amazonas, Brasil


P.- Cidade onde mora
R.-  Saitama, Japão

P.- Com que idade você começou a escrever? 
R.- 15 anos.


P.- Como você conheceu  a  OMT?
R.-  Um concurso em 2013 - San Antonio/ Texas. Obtive o segundo lugar.
P.- Você  acredita ser importante a missão da OMT?
R.- Sim. Transmitir poesia é sempre importante.


P.- O que você espera da OMT?
R.-  Um canal para trovadores do mundo, sem restrições.



P.- Qual o motivo de você aceitar sua nomeação para a OMT?
R.-  Acredito no poder da trova.

P.-  Que significa para você a Trova clássica?
R.- Expressar um mundo em quatro versos.

P.-Você recorda qual foi a primeira trova clássica que escreveu?
R.-  Foi a premiada no Texas.


P.- O que você deseja transmitir com suas Trovas
R.- A maravilha da síntese.

P.-  Qual é sua missão como Trovador? 
R.-  Levar a trova para além das fronteiras brasileiras.


P.- Qual é sua cor favorita e qual o motivo?
R.-  Azul. É uma cor que me transmite paz 

P - Quantas arvores você plantou?
R.- Uma, quando criança.


P.- Você tem mascote?
R.- Não.



P.- Quantas  boas ações  você faz por cada dia?
R.- Não me preocupo em contar.


P.- Quantas horas por dia você doam para ajudar os necessitados?
R.- Quando surgem em meu caminho e posso ajudar, ajudo.


P.-  O que significa para você generosidade ?
R-Saber repartir.

P.- O que significa para você  gratidão?
R.- Não esquecer de quem não esqueceu de você quando todos esqueciam.


P.- Você sabe trabalhar em equipe? R.- Prefiro o trabalho solitário.


P.- O que voce aprendeu com seus erros?
R.- Ter humildade.



P.- Por quanto tempo você gostaria de representar seu país como membro da OMT?
R.- Não tenho ideia: faço o que posso sem números fixos.



P.- Você tem atualmente outras momeações ?
R.- Sim, sou correspondente da UBE, UBT, Academia Aldravianista de Letras e ASES, entre outras entidades.



P.- Você gosta  da trova clássica ?
R.- Sim. Muito.


P.- Você conhecia a trova  clássica?
R.- Não antes de 2013.



P.- Se você já domina a trova clássica, você estaria disposto a ensinar os outros incondicionalmente?
R.-  Não no momento. Ainda me considero um aprendiz.

P.- Qual é seu sonho?
R.- Cuidar bem de minha família.


P.- Você tem alguma dúvida ou sugestão?
R.- Não.


A equipe da OMT agradece antecipadamente por sua colaboração nesta entrevista.